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Ora, não preciso de tanto. Nem de tanta vida, nem de tanta coisa mais. Dinheiro apenas para não ter as aflições da pobreza; poder somente para mandar um pouco, pelo menos, em meu nariz; e da felicidade um salário mínimo tristezas que possa aguentar, remorsos que não doam demais, renúncias que não façam de mim um velho amargo.— Rubem Braga. (via distanciarei)








