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Respirei fundo, amarrotei o cabelo, olhei para o espelho e repeti a mim mesmo “Doeu, Deus sabe como doeu”. Levantei a cabeça, enxuguei as lágrimas, abri a porta, dei alguns passos em frente e sorri. Experimentei a droga do amor próprio e viciei. No outro dia, me deparei tendo suspiros apaixonados pela nova pessoa que eu tinha me transformado.— Gean Carlos. (via retrizes)














